Pier reforça importância do ‘diagnóstico precoce’

O vereador Pier Petruzziello (PTB) esclareceu nesta terça-feira, 14, pontos sobre a importância do diagnóstico precoce para a pessoa com deficiência. “O diagnóstico precoce nada mais é do que o fechamento do quadro clínico de uma criança, identificando se ela possui ou não algum tipo de deficiência”, explica Pier, candidato a deputado estadual nas eleições de 7 de outubro.

O diagnóstico precoce, adianta Pier, é fundamental para o desenvolvimento das crianças com algum tipo de deficiência. “Através dele o serviço de atenção primária da saúde, poderá fazer os encaminhamento corretos e buscar o apoio de terapias adequadas”. A importância do diagnóstico precoce, explica o vereador, é irrefutável, tanto para casos de deficiência, como também para outras doenças.

“No caso de transtornos do espectro autistas, crianças que são diagnosticadas antes dos três anos de idade, possuem a chance de desenvolver suas habilidades sociais em até 80%”, explica Pier, autor da lei do diagnóstico precoce para o autismo em Curitiba.

Pier foi o autor da primeira lei Paraná a tratar do autismo. É lei de 14.809/2016 para cidade de Curitiba, que institui a Semana de Conscientização do Autismo. “Nesse mesmo ano, sugeri e aprovamos a lei do diagnóstico precoce (14.913/2016), que foi mais um grande avanço, pois altera o código de saúde municipal de saúde e prevê a aplicação do questionário conhecido como M-chat, para todas as crianças em idade entre 18 e 36 meses”, disse.

Para se fechar precocemente um diagnóstico, é necessário uma avaliação complexa da criança, processo que envolve diversas etapas: observação de sinais de alerta, exames neurológicos e cognitivos, avaliação da fala e audição, testes genéticos, etc. Dentro deste processo o M-chat é uma importante ferramenta que ajuda na identificação de sinais do espectro autista entre crianças, nos primeiros anos de vida.

O M-chat é um questionário composto por algumas questões simples que servem como rastreio para possíveis casos de TEA. “É importante lembrar que o M-chat não comprova nenhum diagnóstico. Ele contribui para identificar sintomas que podem fazer parte de um quadro de transtornos do espectro autista”, completa Pier.

A lei de 2016 voltou a ser comentada durante o final de semana, devido ao vídeo que circulou pelo whatsapp, onde Pier comemora a aplicação do projeto piloto em duas unidades de saúde do CIC em Curitiba. “O projeto piloto vai começar em setembro. É uma grande conquista para Curitiba”, disse Pier.

Pier destaca o cuidado da equipe da Secretaria Municipal de Saúde pelo empenho e trabalho desde a aprovação da lei. “Agora, além de garantir a aplicação do M-chat, as crianças encaminhadas terão o atendimento necessário para que o diagnóstico seja fechado com segurança”. disse o vereador.

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