SEMANA MUNICIPAL DE CONSCIENTIZAÇÃO SOBRE A ESQUIZOFRENIA.

Pier_Esquizofrenia

NA sexta-feira passada, 24/05, foi lembrado o Dia Mundial da Consciência sobre a Esquizofrenia e já está em trâmite na Câmara Municipal, o projeto de lei do vereador Pier Petruzziello (PTB) que cria em Curitiba a Semana Municipal da Conscientização sobre a Esquizofrenia entre os dias 20 a 27 de maio de cada ano. “Apresentei este projeto através da sugestão da senhora Sarah Nicolleli que enfrenta problemas com a falta de espaço para fazer o tratamento adequado para um membro da sua família. A informação é muito importante neste contexto”, diz Pier.

A esquizofrenia é um dos principais transtornos mentais e acomete 1% da população em idade jovem, entre os 15 e os 35 anos de idade. Segundo a Organização Mundial de Saúde, é a terceira causa de perda da qualidade de vida entre os 15 e 44 anos, considerando-se todas as doenças. “A criação de uma semana de conscientização serve para informar melhor sobre todos os aspectos da doença, pode envolver profissionais da área, estudantes, famílias e a sociedade. Pode-se ter ainda uma série de atividades e de esclarecimentos com palestras, cartilhas, vídeos e relatos de famílias impactadas pela doença”, diz Pier.

“É uma doença pouco conhecida pela sociedade e cercada de muitos tabus e preconceitos. Crenças como “as pessoas com esquizofrenia são violentas e imprevisíveis”, “elas são culpadas pela doença”, “elas têm dupla personalidade”, “elas precisam permanecer internadas” são fruto do desconhecimento e do preconceito”, diz Pier na justificativa do seu projeto de lei.

A doença caracteriza-se por uma grave desestruturação psíquica, em que a pessoa perde a capacidade de integrar suas emoções e sentimentos com seus pensamentos, podendo apresentar delírios, alucinações e comportamentos que revelam a perda do juízo crítico.

“A esquizofrenia produz também dificuldades sociais, como as relacionadas ao trabalho, interrupção das atividades produtivas da pessoa. O tratamento envolve medicamentos, psicoterapia, terapias ocupacionais e conscientização da família, que absorve a maior parte das tensões geradas pela doença!”, completa Pier.

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